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- Manutenção de Pontes Rolante, Talhas Mecânicas e Elétricas
Como todo equipamento as pontes rolante e a talhas elétricas tem seus desgastes naturais conforme o uso, sendo um equipamento que envolve a segurança de pessoas, devemos nos preocupar com a manutenção periódica desse equipamento.
Estamos focando a adequação sobre normas vigentes nessa área, pois é imprescindível a aplicação principalmente em equipamentos antigos Ex.: a NR10 diz que todo comando operado por um ser humano deve ter no máximo a tensão de 24 volts, existem lugares onde o operador trabalha com até 440 volts, qualquer fuga de corrente pode matar o individuo. As empresas que não cumprirem as exigências estão sujeitas a penalidades severas, desde notificações e multas – que podem variar de R$ 700 a R$ 6000 por item não conforme até embargos e interdições. As paralisações serão aplicadas quando houver grave e iminente risco na ação, a falta de treinamento de uma frente de trabalho é um exemplo.
A JR irá efetuar uma analise preliminar do que é preciso ser feito á principio e elaborar um plano de manutenção para que nossos clientes não obtenham custos abusivos na manutenção dos equipamentos, garantindo a confiabilidade da manutenção e a sustentabilidade dos nossos contratos.
- Adequação á Norma Regulamentadora 10 (NR10)
A Norma Regulamentadora 10 ou NR10 é uma Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego do Brasil, que trata da Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade.
Esta norma regulamentadora tem o objetivo de garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que direta ou indiretamente interajam com as instalações elétricas e serviços com eletricidade nas fases de: geração, transmissão, distribuição e consumo, incluindo as etapas de projeto, construção, montagem, operação, manutenção das instalações elétricas, e quaisquer trabalhos realizados nas suas proximidades.
A Norma NR10 em sua última edição define, entre outros itens, que a empregadora deve:
• Elaborar e manter um PIE - Prontuário das Instalações Elétricas
• Elaborar Procedimentos de Trabalho a nível gerencial e de execução de serviços
• Elaborar Relatório Técnico de Inspeções (Laudo Elétrico e Diagnóstico do sistema de gestão da segurança de trabalho)
• Treinar os trabalhadores em eletricidade
• Providenciar EPI adequados
E introduz uma série de novidades, tais como: utilização de bloqueio e sinalização, EPI resistente a inflamabilidade, obrigação de autorização formal de trabalho, obrigatoriedade de Análise de Riscos, treinamento de eletricistas em áreas classificadas, introdução de dispositivos de travamento, e outros.
O seu não-cumprimento pode acarretar ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação trabalhista.
A JR faz uma analise sobre as necessidades da empresa na adequação a NR-10, dando o total suporte aos nossos cliente.
-Quadro de Energia e Redimensionamento Elétrico
As estatísticas do Corpo de Bombeiros apontam: as instalações elétricas inadequadas aparecem como uma das principais causas de incêndio no País, independe da região. Por isso nunca será demais afirmar que a estrutura dos sistemas elétricos merece ser cuidadosamente observada e compreendida, a fim de minimizar riscos e economizar energia.
Quadro de Energia: é a peça chave inicial das instalações elétricas. Deve ser metálico ou de material não-combustível, tanto na sua parte interna ou externa. Se o quadro de luz for antigo ou de madeira, por exemplo, é aconselhável trocá-lo o quanto antes.
O quadro de luz não pode ser colocado em áreas "molhadas", como banheiro ou próximo de tanques e pias. Ele também precisa ter livre acesso, não devendo estar escondido no interior de armários. Recomenda-se ainda a distância de lugares onde haja instalações a gás. Uma faísca qualquer pode resultar num desastre fatal.
Os quadros de energia devem ser protegidos por uma barreira que evite o acesso aos barramentos ou fios da instalação elétrica, evitando assim o choque elétrico.
Disjuntores: apesar de haver a permissão de uso de alguns tipos de fusíveis, é recomendável que se use disjuntores como dispositivo de segurança contra sobre-cargas. Ele funciona como um guarda costas da instalação elétrica e desliga toda vez que sua capacidade é ultrapassada. Neste caso, é necessário verificar o problema. Depois de sanado, basta religá-lo, diferente de um fusível, que necessita ser substituído.
Na residência, comercio ou indústria, os circuitos são divididos e devem ser protegidos por disjuntores de acordo com a capacidade de cada circuito. Vale lembrar que o disjuntor ou fusível serve para proteger os fios contra sobrecargas, não os equipamentos. Portanto não devemos substituir os disjuntores sem antes avaliar os fios dos circuitos.
Fiação: a escolha da bitola (tamanho) do fio ideal para cada circuito deve levar em conta as cargas associadas a cada circuito.
Atenção com os fios que não ficam embutidos nas paredes. Eles precisam estar sempre com uma segunda capa plástica protetora, além da isolação. É recomendável instalá-los dentro de canaletas aparentes.
No caso dos aparelhos de ar condicionado, a bitola recomendada para o fio é de no mínimo 6 mm² (também para o fio terra).
Interruptores e tomadas: a distribuição dos fios até esses pontos requer estudo minucioso das necessidades, para evitar que no futuro fiquem sobrecarregados e incentivem o uso de "extensões" e "benjamins". Uma dica é sempre disponibilizar mais tomadas que o mínimo obrigatório.
Não se deve usar tomadas em equipamentos de grande potência. Estes equipamentos devem ser interligados por conectores especiais.
Cordões paralelos ou torcidos: embora proibidos pela norma, são muito comuns no Brasil e empregados nos rodapés com braçadeiras plásticas. Este segundo acessório, que leva dois preguinhos, é capaz de fazer um grande estrago caso um desses pregos atinja o fio.
Vida Útil: um sistema bem feito dura em média 20 anos, mas 10 anos já é um bom período para se fazer uma revisão: verificar a fiação, os soquetes, os interruptores... Um soquete com problemas rouba energia da lâmpada e um interruptor com algum fio solto ou com mal contato pode causar um curto circuito.
-Iluminação em Geral
Sistema de Iluminação para Pátios, Estádios, Prédios, Galpões, Comércios, escritórios.
Mudança para o novo sistema LED, a iluminação é responsável por grande parte do consumo de energia elétrica no Brasil e no mundo. O consumo médio diário por pessoa no mundo é de aproximadamente 56KW/h, o desperdício de energia elétrica no Brasil ainda é preocupante. No setor industrial, há um desperdício de 20% da eletricidade consumida. No comércio, o índice é de 14%. Nas residências, a perda chega a 10% do que é fornecido.
Como a iluminação LED pode ajudar a reduzir os danos ao meio ambiente?
- Sua utilização permite uma economia de energia elétrica de até 92%;
- É um produto isento de metais pesados;
- 98% dos materiais são recicláveis;
- Possui vida útil de 50.000 horas ou 11 anos (considerando 12 horas de utilização por dia);
- Não emite raios ultravioletas e infravermelhos;
- Possui baixa geração de calor.
Damos toda garantia e suporte para adaptação a esse sistema.
- CFTV, Alarme e Cerca Elétrica:
Desenvolvemos todo sistema de segurança conforme a necessidade dos nossos clientes.
• Nosso sistema de CFTV é a mais alta tecnologia do mercado, damos a você total controle do seu sistema com monitoramento direito da sua residência(Via internet).
• Implantamos sistemas de Alarme com central ou conforme a necessidade do cliente, você será avisado via telefone quando seu alarme disparar.
• Hoje nem os muros estão segurando ladrões, uma nova opção é implantar Cercas Elétricas sobre esses muros a fim de minimizar este tipo de ocorrido.
SPDA E PARA-RAIOS:
As Descargas atmosféricas apresentam uma complexidade, no que se refere à natureza física do fenômeno e seus efeitos que, em muitas vezes, são severos para a sociedade pelo seu alto grau destrutivo.
Estima-se que no Brasil, a incidência de descargas, cause perdas econômicas na ordem de milhões de dólares e, anualmente, a morte de mais de cem pessoas.
O raio, é um dos impulsos elétricos de uma descarga atmosférica para a terra, nada pode ser feito para impedir a ocorrência desse fenômeno da natureza. Apenas podemos impedir que a queda de um raio em determinado local ou estrutura, cause danos catastróficos.
A instalação dos Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) é uma exigência do Corpo de Bombeiros, regulamentada pela ABNT segundo a Norma NBR 5419/2001, e tem como objetivo evitar e/ou minimizar o impacto dos efeitos das descargas atmosféricas, que podem ocasionar incêndios, explosões, danos materiais e, até mesmo, risco à vida de pessoas e animais.
Podemos definir o pára-raios como um conjunto de elementos compostos de um sistema de captação aérea (captores); sistema de descida, que liga o captor ao aterramento e sistema de aterramento, por onde a descarga se dissipará.
A "Área de proteção" de um pára-raios não é estática, é previamente definida dependendo dos fatores dinâmicos. Tais como: a forma da estrutura a serem protegidas, as massas metálicas e objetos metálicos na parte externa da edificação, variações térmicas, intensidade do campo elétrico da região a ser protegida etc.
Os principais métodos de proteção são:
Método Franklin
Baseado na proposta feita por Benjamim Franklin, vem sofrendo aperfeiçoamentos durante o tempo. Segundo a norma vigente, os pára-raios do tipo Franklin são instalados para proteger o volume de um cone, onde o captor fica no vértice e ângulo entre a geratriz e o centro do cone, variando de acordo com o nível de proteção e a altura da edificação (NBR5419/2001).
Método Gaiola de Faraday
O método consiste em instalar um sistema de captores formado por condutores horizontais interligados em forma de malha, método muito utilizado na Europa. É baseado na teoria de Faraday, segundo a qual, o campo no interior de uma gaiola é nulo, mesmo quando passa por seus condutores uma corrente de valor elevado, para isto, é necessário que a corrente se distribua uniformemente por toda a superfície. Quanto menor for a distância entre os condutores da malha, melhor será a proteção obtida ( NBR 5419/2001).
Método Eletro geométrico
Modelo Eletro geométrico também conhecido como esfera rolante, esfera fictícia ou método da bola é uma evolução do método de proteção tipo Franklin, onde a tangente ao invés de ser reta é parabólica. Este método surgiu na década de 70 e foi desenvolvido pela engenharia de linhas de transmissão da Europa com o objetivo de minimizar os danos materiais com desligamentos dessas linhas. Em síntese este modelo consiste, em fazer rolar uma esfera fictícia sobre a edificação, em todos os sentidos, determinando assim os locais de maior probabilidade de serem atingidos por uma descarga atmosférica tendo como preceitos que esses locais são locais com potencialidade de gerar liderem ascendentes que deverão se precipitar ao encontro com o líder descendente. Pode-se também utilizar a combinação desses métodos.
Cuidados na instalação de Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA)
As exigências do uso do sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) pelo Corpo de Bombeiros são em edificação, estabelecimentos industriais ou comerciais com mais de 1500 m2 de área construída, em edificação com mais de 30 metros de altura, em áreas destinadas a depósitos de explosivos e inflamáveis, e em outras edificações a critério do Corpo de Bombeiros, quando a periculosidade se justificar; e devem obedecer a critérios de confiabilidade e de segurança.
Plano de Manutenção
- Efetuamos o levantamento de todos os equipamentos, iluminação, máquinas, etc.
- Criamos um plano de manutenção onde o cliente paga um pequeno valor mensal e tem todo suporte e garantia dos nossos serviços 24h por dia.
Ex. o Cliente tem 20 lâmpadas fluorescente, calculamos o tempo que elas ficam acesas e quantas vezes por dia elas são apagadas e passamos um valor “X” mensal para que quando vierem a atingir sua vida útil possamos substituí-las sem custo para nossos clientes.
Nessa situação vamos dizer que as lâmpadas fiquem 24h ligadas e só é apagada quando falta energia o cliente ira pagar R$12,50/mês com carência de 3 meses.
Iremos efetuar um estudo através de levantamentos e cálculos para que nossos clientes tenham todo suporte necessário caso ocorra qualquer defeito em todos os bens e patrimônio relacionado no ato da contratação.
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