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Loja Virtual 2.0 - Expressa
15 Abr 2009

A escalada de uso da internet no Brasil vai bem, obrigado. Em 2008, de acordo com o IBOPE/Net Ratings, o número de pessoas com acesso à web no país ultrapassou os 40 milhões. Na esteira, o mercado de vendas online também se beneficia. Dados da consultoria e-Bit mostraram um crescimento de 30% no volume de vendas online no ano passado – um movimento de R$ 8,2 bilhões, sem incluir a compra e venda de automóveis, passagens aéreas e leilões eletrônicos judiciais. Qual o motivo desse crescimento? Além da maior possibilidade de acesso à net, o comércio online também se aprimorou ao longo dos últimos anos, oferecendo mais comodidade e segurança ao consumidor. Problemas como a demora na entrega do pedido ou falhas no sistema de pagamento acabaram. Ao mesmo tempo, a possibilidade de obter informações precisas sobre cada produto, entregue em qualquer lugar do Brasil ou do mundo, supera as vantagens da compra presencial. “Comprando pela internet não preciso enfrentar engarrafamentos, filas e o risco de não encontrar o que procuro”, diz Paula Rodrigues, jornalista. Ela é cliente de sites de compras online há mais de cinco anos. “Além de muitos produtos serem mais baratos do que nas lojas, é possível comparar os preços em várias lojas diferentes pelos sites de busca”. André Santos, publicitário, também vê vantagens no sistema. Ele já vendeu ítens de coleção pela web e comprou desde móveis até computadores. “Além da facilidade, há produtos que só se pode encontrar na internet, como artigos raros ou fora de produção”, assinala. “Comprar presentes é ainda mais fácil. Hoje, não existe mais dificuldade em presentear alguém que mora em outra cidade: é só escolher no site e pedir para entregar”. Risco zero no cartão de crédito O medo de colocar o número do seu cartão de crédito na web, a cada compra realizada, não existe mais. Com sistemas de pagamento, como o PagSeguro, você faz pagamentos online e não informa seus dados a terceiros. Para garantir a sua segurança, nosso sistema dá até 14 dias para bloqueio da transação (caso não receba o produto).

Tags: e-commerce, mercado, seguranca

Segundo a 19ª edição do relatório WebShoppers realizado pela consultoria e-bit, divulgado nesta terça-feira (17/03), o número de consumidores brasileiros que comparam pela internet chegou a 13,2 milhões em 2008, aumento de 39% em relação a 2007. O volume de e-consumidores foi alimentado pela crescente participação da classe C nas compras online. Segundo a e-bit, famílias com renda média mensal de até 3 mil reais representaram 60% dos novos e-consumidores em 2008. A participação da classe C no comércio eletrônico brasileiro cresceu de 37% em 2007 para 42% em 2008. O perfil do consumidor online também passou por modificações. Em 2008, a presença das mulheres ultrapassou a dos homens em volume de compras online e agora representa 51% dos e-consumidores. Os internautas também O e-bit já havia divulgado em janeiro que o e-commerce brasileiro movimentou 8,2 bilhões de reais durante o ano passado, crescimento de 30% em relação a 2007. “O valor ainda seria mais alto (*,6 bilhões de reais) se não fosse a crise econômica. Mesmo assim houve um crescimento [anual] significativo”, observa Pedro Guasti, diretor geral da e-bit. A expectativa para 2009 é que o e-commerce brasileiro movimente 10 bilhões de reais. Agora, a consultoria estima que o setor deverá movimentar 4,2 bilhões de reais até julho, acréscimo de 800 milhões de reais em relação aos seis primeiros meses do ano anterior. A soma do primeiro semestre de 2009 supera o faturamento do e-commerce em todo o ano de 2006, compara Guasti. Para o final do semestre, a consultoria espera que o Brasil ultrapasse a marca de 15 milhões de consumidores online. Para o final do ano, a expectativa é que o número chegue a 17,2 milhões de compradores online. Entre as categorias mais populares entre os brasileiros em 2008, a de Livros mantém a ponta folgada, com 17% de participação, seguida por Saúde e Beleza (12%), informática (11%), Eletrônicos (9%) e Eletrodomésticos (6%).

 
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